Pistas e teleféricos
Que esqui se pratica aqui
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O número de pistas e os quilómetros são indicativos. As pistas verdes só existem em França, Espanha, Andorra, Noruega, Suécia, Finlândia, no Japão, nos Estados Unidos, na Coreia do Sul, na Austrália e na Nova Zelândia; a Itália, a Áustria, a Suíça e a Alemanha começam no azul. Altura de neve média indicativa no topo da estância, em cm.
Conhecer a estância
Jackson Hole encontra-se numa parte dos Estados Unidos que mudou notavelmente pouco. A aldeia de base, Teton Village, é pequena e deliberadamente sem pretensões, mais lodge do que estância, e a vinte quilómetros para leste ergue-se a cidade propriamente dita de Jackson, um quadrado de passeios de madeira, arcos feitos de hastes de veado e saloons que servem rancheiros há cento e cinquenta anos. Acima de tudo isto eleva-se o Rendezvous Peak, cume sul dos Tetons, alcançado pelo Aerial Tram que sobe mais de 1260 m de desnível em nove minutos. O teleférico dá acesso ao terreno para peritos mais intransigente da América, com o salto obrigatório do Corbet's Couloir, as encostas sustentadas a 45 graus do Headwall e a caminhada até Cody Peak para quem tem formação em avalanches e companheiro de corda. Contudo, Jackson não é só uma montanha de peritos. Um terço inferior coberto de azuis suaves entre bosques e uma escola de esqui reputada permitem aos intermédios umas férias perfeitamente viáveis, e as vistas sobre o vale do Snake River, em direção ao parque nacional de Grand Teton, contam-se entre as mais fotografadas do esqui. Yellowstone fica a duas horas a norte, as passagens de fauna mantêm alces e bisontes na paisagem, e a ausência de imobiliário reluzente é, precisamente, a marca. Vem-se pela montanha e pela cidade digna que se mantém por detrás.