Pistas e teleféricos
🧊Esqui em glaciarQue esqui se pratica aqui
Esqui alpinoSnowboardGlaciar
O número de pistas e os quilómetros são indicativos. As pistas verdes só existem em França, Espanha, Andorra, Noruega, Suécia, Finlândia, no Japão, nos Estados Unidos, na Coreia do Sul, na Austrália, na Nova Zelândia e no Chile; a Itália, a Áustria, a Suíça e a Alemanha começam no azul. Altura de neve média indicativa no topo da estância, em cm.
Conhecer a estância
Stryn é um pedaço de esqui estranho e belíssimo: um glaciar ao qual se chega a subir uma estrada de curvas em calção e T-shirt, para acabar a pisar gelo azul frio com vista direta para a água salgada. As pistas puxam para o inclinado, dez pretas em trinta, e a cultura local gira em torno do freeski e das sessões de park nos longos dias lentos de junho. As equipas nacionais usam o glaciar como base de treino de verão, o que sobe o nível técnico na neve e estica um pouco as filas nos teleféricos. Fora das janelas de treino, as pistas ficam tranquilas para padrões alpinos, e as linhas de freeride pelas margens do glaciar guardam neve mole até julho. A cabana de baixo tem uma grelha simples e uma esplanada ao sol; o melhor é esquiar de manhã, descer 45 minutos a Geiranger para um mergulho ou um cruzeiro no fiorde, e voltar para uma sessão ao final da tarde sob a luz baixa do Árctico.
Bom saber
- O terreno está bem equilibrado: 0 verdes, 5 azuis, 15 vermelhas e 10 pretas. Perfeito para um grupo de níveis diferentes que esquia em conjunto.
- A base fica a 1050 m e o topo chega a 1850 m, um perfil que segura bem a neve num inverno normal (pontuação 80/100).
- É uma estância compacta, 30 km de pistas em 5 teleféricos, melhor para uma saída de um dia ou uma escapadela curta do que para uma semana inteira.
- Os teleféricos funcionam normalmente cerca de 17 semanas por época; apontar para o fim de janeiro a fim de fevereiro costuma dar a neve mais fiável.